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Mãe Loira do Funk: ex-vereadora Verônica Costa protocola pedido de revisão criminal

A prisão da ex-vereadora é consequência de uma denúncia feita pelo ex-marido, Márcio Costa, que a acusou de tortura.

Mãe Loira do Funk: ex-vereadora Verônica Costa protocola pedido de revisão criminal Reprodução

A prisão da ex-vereadora é consequência de uma denúncia feita pelo ex-marido, Márcio Costa, que a acusou de tortura. Verônica já havia sido condenada a 10 anos e 8 meses de prisão por essa acusação em 2019.

A nova defesa sustenta que Verônica teria passado por violência doméstica antes da condenação, o que foi negado por ela em um boletim de ocorrência apresentado em 2010. O documento registra agressões físicas, psicológicas e ameaças com arma de fogo, sendo que o pedido de medida protetiva foi negado na época.

A filha de Verônica, Jeniffer Costa, alertou para cuidado com outras mulheres em situação semelhante. Ela relatou que Verônica poderia ter sido morta durante um período em que sofria violência do ex-marido. 'Minha mãe poderia estar morta. Esperei tempo demais por esse momento', disse Jeniffer.

A defesa de Márcio Costa se manifestou, declarando que ele esperou tempo demais por esse momento. Ele alegou que a prisão de Verônica é justa, enquanto a família dela apela pela revisão da condenação, citando o histórico de violência de Verônica e os avanços legislativos desde 2010.

Por que isso importa?

A prisão de Verônica Costa pelo crime de tortura, em meio a suspeitas de violência doméstica antes da condenação, tem potencial para alertar outras mulheres sobre o abuso que podem estar passando e a importância de procurar ajuda e proteção.

Contexto Rápido

  • Verônica Costa, conhecida como Mãe Loira do Funk, foi presa por tortura em 25 de setembro de 2026.
  • Verônica teria relatado violência doméstica em 2010, quando a defesa afirma que a medida protetiva foi negada.
  • A filha de Verônica, Jeniffer Costa, publicou um vídeo pedindo que outras mulheres procurem ajuda
Dados de contexto baseados em estatísticas públicas e levantamentos históricos.
Fonte: G1 - Rio de Janeiro

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