Flávio Bolsonaro pede prisão preventiva para funcionário da Secom envolvido em fake news
Um caso isolado ou Prática Sistemática de engajamento Eleitoral?
Poder360
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, entrou com uma notícia-crime no Ministério Público Eleitoral, pedindo a prisão preventiva do coordenador da Secom, George Marques. Marques compartilhou uma fake news apoiando a remoção do título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, que foi posteriormente desmentida.
Marques republicou a mensagem na sexta-feira (25.set.2026) e a excluiu pouco depois. A defesa de Flávio afirma que Marques cometeu o crime de divulgar fatos sabidamente falsos, apesar da alegação de Marques de ter compartilhado por engano. A defesa de Marques nega essa alegação, argumentando que ele sabia que a informação era falsa e que já havia sido corrigida.
Marques também está acusado de ter republicado outras quatro publicações sobre o mesmo assunto em redes sociais. Sua defesa alega que o uso das redes sociais pode elevar a pena e que as publicações sucessivas devem ser analisadas como continuidade delitiva. A defesa lembra que Marques é um servidor da Presidência da República e sua função é coordenar a estratégia e a informação da comunicação do governo federal.
Na resposta ao Poder360, Marques afirmou que não concordava com a mensagem que incentivava a circulação da fake news sobre o título de padroeira. Ele declarou não se lembrar de ter compartilhado a publicação e disse que, se fez isso, foi por engano. A Secom do Palácio do Planalto entrou em contato com a imprensa, negando as acusações e se posicionando em defesa da liberdade de expressão e de religião.
A Secom do Palácio do Planalto afirmou que o pedido de prisão preventiva injustificado e arbitrário de Marques é uma afronta à liberdade de expressão e de religião de todos os brasileiros e que o candidato Flávio Bolsonaro está impondo um patrulhamento e censura em relação ao episódio.
Por que isso importa?
Contexto Rápido
- Fato histórico relacionado ou antecedente direto: Um incidente em que um funcionário da Secom compartilhou fake news foi noticiado.
- Dados estatísticos ou tendência atual: Não há referências específicas a uma tendência atual.
- Conexão relevante para as Tendências: O uso de redes sociais em campanhas eleitorais e o engajamento em fake news.
- Fato imediato: Marques republicou uma mensagem apoiando a remoção do título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida.
- Antecedente: Marques tinha republicado outras fake news sobre o mesmo assunto.
- Consequências potenciais: O pedido de prisão preventiva de Marques pelo MP Eleitoral.
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