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Trump chama de 'maravilhosa' suposta ação terrestre curda contra o Irã

Trump chama de 'maravilhosa' suposta ação terrestre curda contra o Irã UOL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que seria "maravilhoso" se forças curdas cruzassem a fronteira com o Irã para lançar ataques contra as forças de segurança do país. "Acho maravilhoso que eles queiram fazer isso. Eu apoiaria totalmente", disse o presidente norte-americano, que acrescentou que o objetivo dos curdos seria "vencer". "Não posso dizer isso." O líder norte-americano não confirmou se os EUA forneceriam ou já ofereceram cobertura aérea às forças curdas em uma possível intervenção no oeste do Irã. As mensagens de socorro de Vorcaro para Moraes Valdemar prevê Flávio na frente de Lula em abril ET de Gilmar veria que STF não virou 'vidraça' à toa No Brasil de hoje, quem são os beócios? "Se eles vão fazer isso, ótimo", disse Donald Trump, incentivando as forças curdas a partir para a ofensiva e se mostrando aberto à intervenção do grupo. Possível ação conjunta dos EUA e curdos contra o Irã. Segundo três fontes com conhecimento do assunto, os curdos teriam consultado os Estados Unidos nos últimos dias sobre a possibilidade e a forma de atacar forças de segurança iranianas na região oeste do país, de acordo com a Reuters. A coalizão curda, grupo baseado na fronteira entre Irã e Iraque, vem treinando para realizar um ataque desse tipo. O objetivo seria enfraquecer as forças armadas do país enquanto Estados Unidos e Israel bombardeiam alvos iranianos com bombas e mísseis. A presença de tropas americanas em solo iraniano não faz parte do plano da operação neste momento, segundo a Casa Branca. Há três dias, porém, Trump disse que não descarta enviar soldados por via terrestre "se for necessário". O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o Irã não teme invasão. "Estamos à espera deles. Temos confiança de que podemos confrontá-los, e isso seria um grande desastre para eles", disse o ministro em entrevista ao programa NBC Nightly News. Ele também descartou qualquer negociação com os EUA e disse que o Irã não solicitou um cessar-fogo. "Nem da última vez pedimos um cessar-fogo. Anteriormente, foi Israel quem pediu um cessar-fogo. Eles pediram um cessar-fogo incondicional depois de 12 dias de resistência à agressão deles", disse ele, ao se referir à guerra de 12 dias em junho de 2025, quando os militares israelenses e americanos atacaram as instalações nucleares do Irã. Araghchi lembrou que ataque dos EUA atrapalhou negociações sobre programa nuclear. Na última semana, o ministro se reuniu com o enviado do presidente Donald Trump, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, em Genebra, para discutir o tema. O ataque em meio às negociações azedou a relação do Irã com quaisquer conversas futuras, disse o representante do Irã. O ministro ressaltou que não teve comunicação com Witkoff ou Kushner desde a semana passada. "O fato é que não temos nenhuma experiência positiva em negociações com os Estados Unidos. Sabe, especialmente com esta administração. Negociamos duas vezes, no ano passado e neste ano, e então, no meio das negociações, eles nos atacaram", disse Araghchi. Sobre possíveis conversas com os EUA, ele foi cético. "Não vemos razão para nos envolvermos novamente com aqueles que não são honestos em negociações e que não entram em negociações de boa fé." O chanceler falou sobre o desfecho do conflito e disse que não há vencedores na guerra. "Nossa vitória é sermos capazes de resistir contra os objetivos ilegais, e é isso que temos feito até agora. Eles não conseguiram atingir seus objetivos, e nós fomos capazes de resistir a eles, de enfrentar o exército mais poderoso do mundo, como eles alegam, juntamente com os israelenses, que também afirmam ter um grande exército." O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. Se os EUA invadirem o Irã, e muitos soldados morrerem, a opinião pública ficará contra Tramp. Como os curdos são um povo sem país, e ocupam áreas no Irã, Iraque, Síria, e Turquia, o empresário Tramp vê uma grande oportunidade de negócio: os curdos querem ter um país, e Tramp quer 'terceirizar' o ataque. O problema é que Tramp aumentará a instabilidade na região. Como eu disse, os curdos vivem em vários países e, se eles conseguirem tomar uma área do Irã para criar o Curdistão (como país), é possível que eles tentem ampliar o território, atacando o Iraque, a Síria, e a Turquia. A visão imediatista de Tramp tem tudo para causar um conflito muito maior no futuro. Se ET de Gilmar viesse ao país, veria que STF não virou 'vidraça' à toa Homem que assediou garota de 14 anos em mercado de prédio em SP é indiciado Nova bateria chinesa promete carro elétrico longe do carregador por 1000 km Carros de luxo mais vendidos: BMW massacra a concorrência e Volvo se dá mal Corpo de PM achada morta em casa será exumado em SP por 'morte suspeita'
Fonte: UOL

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