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Debate sobre urnas eletrônicas no brasil

Um Estudo Revela Maior Desconfiança nas Redes Sociais O debate sobre as urnas eletrônicas no Brasil ganhou força nas semanas precedendo as eleições, com especial destaque para a reta final do primeiro turno.

Debate sobre urnas eletrônicas no brasil Reprodução

Um Estudo Revela Maior Desconfiança nas Redes Sociais

O debate sobre as urnas eletrônicas no Brasil ganhou força nas semanas precedendo as eleições, com especial destaque para a reta final do primeiro turno. Um estudo realizado pelo Instituto Democracia em Xeque (DX) identificou 1.300 publicações entre 15 de agosto e 20 de setembro, sendo a grande maioria de perfis políticos e de campanhas eleitorais. A Palver, empresa especializada em monitoramento de redes sociais, observou um aumento nas mensagens sobre urnas, embora a proporção de desconfiança tenha diminuído. No WhatsApp, por exemplo, a proporção de mensagens de desconfiança caiu de 79% para 68%. A campanha de desconfiança nas redes sociais parece estar se direcionando mais ao Sistema Eleitoral de Justiça (TSE) e seus membros, em vez de se concentrar apenas nas urnas. Flávio Bolsonaro, filho do atual presidente, foi um dos principais defensores dessas críticas, associando as eleições brasileiras à empresa venezuelana Smartmatic e acusando o TSE de fraude em eleições passadas. Esses debates têm sido reciclados, com falácias já desmentidas reaparecendo em diferentes situações. A mudança na linguagem também se reflete nisso, com usuários evitando acusações diretas de fraude em favor de expressões mais vaga.

Por que isso importa?

A mudança na linguagem também se reflete nisso, com usuários evitando acusações diretas de fraude em favor de expressões mais vaga.

Contexto Rápido

  • Elas circulam em vídeos no YouTube, posts no X, anúncios no Instagram e no Facebook e em mensagens encaminhadas por WhatsApp.
  • Ao analisar quem produz e distribui esse tipo de conteúdo, a BBC News Brasil encontrou até publicações patrocinadas de candidatos e pessoas ligadas a serviços de campanhas eleitorais declaradas ao TSE.
  • Um deles, do Instituto Democracia em Xeque (DX) identificou 1,3 mil publicações que classifica como ataques à integridade do processo eleitoral entre 15 de agosto e 20 de setembro.
Dados de contexto baseados em estatísticas públicas e levantamentos históricos.
Fonte: BBC News

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