Produtores de banana em alerta contra praga bacteriana moko da bananeira
Luiz, produtor de 54 mil pés de banana em 42 hectares, adota rotinas rigorosas de controle e nunca registrou casos de moko.
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Luiz, produtor de 54 mil pés de banana em 42 hectares, adota rotinas rigorosas de controle e nunca registrou casos de moko. No entanto, já identificou plantas com viroses.
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado de Roraima (Aderr) emite recomendações para evitar a contaminação, incluindo a eliminação de plantas infectadas e a prevenção com mudas certificadas.
O produtor Luiz afirma que a preocupação não é apenas econômica, mas também a saúde do solo, uma vez que a praga é transmitida por ferramentas e insetos contatados.
Se confirmada a doença, a praga é eliminada e a área fica sem cultivo por dois anos. Produtos rurais do município estão mobilizados para prevenir a entrada do moko, uma praga bacteriana sem cura química que ameaça a bananicultura, um dos pilares da economia regional.
Por que isso importa?
Contexto Rápido
- Roraima enfrenta uma praga bacteriana sem cura química chamada moko da bananeira, que ameaça a economia regional e a saúde do solo.
- O município de Caroebebe, no Sul de Roraima, é o epicentro da preocupação dos produtores de banana.
- A Aderr emite recomendações para prevenir a contaminação, incluindo a eliminação de plantas infectadas e a prevenção com mudas certificadas.
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