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Policial militar é condenado a 35 anos de prisão por homicídios no interior do Tocantins

Policial militar é condenado a 35 anos de prisão por homicídios no interior do Tocantins Reprodução
Policial militar "Lobão" é condenado a mais de 35 anos de prisão por assassinar dois jovens em Gurupi, Tocantins. Os crimes tiveram características de extermínio e "limpeza social", com uma das mortes sendo "queima de arquivo". O PM já cumpre pena de 16 anos por outro homicídio. Ele deverá pagar R$ 100 mil de indenização para as famílias das vítimas. O Tribunal do Júri de Gurupi condenou o policial militar Edson Vieira Fernandes, conhecido como “Lobão”, a mais de 35 anos de prisão em regime fechado pelos assassinatos de dois jovens na cidade. A decisão acolheu integralmente a denúncia do Ministério Público do Tocantins (MPTO), que apontou crueldade e impossibilidade de defesa das vítimas. As vítimas são Wesley Oliveira da Luz e Geovane Miguel da Silva. Investigações apontaram que os crimes tiveram características de extermínio, com o objetivo de eliminar pessoas que o acusado considerava "indesejáveis" para a sociedade. Atualmente, Edson está preso no Batalhão da Polícia Militar de Gurupi, cumprindo pena anterior de 16 anos pelo assassinato da travesti Daniela Cicarelli, crime que já teve trânsito em julgado. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O g1 questionou a Polícia Militar do Tocantins sobre as condenações do policial, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Tribunal do Júri condena ex-policial a 16 anos de prisão por assassinar mulher transSuspeito de operar banco digital com sede em Palmas e que movimentou R$ 8 bilhões para facção é preso no TO, diz políciaCâmeras são retiradas de banheiros de escola pública após determinação do Estado Os homicídios ocorreram em dezembro de 2017, na Vila São José. Segundo as investigações, Edson matou em circunstâncias que indicam práticas de extermínio. O MPTO comprovou que o policial agiu motivado por uma suposta “limpeza social”. No caso de Wesley, o policial foi condenado a 16 anos, 7 meses e 15 dias de prisão. A morte de Geovane, ocorrida logo após o primeiro assassinato, foi tratada como “queima de arquivo”, já que o segundo crime teria sido cometido para garantir a impunidade do primeiro. Por esse homicídio, a pena foi fixada em 19 anos. A Justiça também determinou o pagamento de R$ 100 mil de indenização aos herdeiros de cada vítima. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins. Policial Militar é condenado por assassinatos em Gurupi Esdon Vieira Fernandes — Foto: Divulgação Por Brenda Santos, Kaliton Mota, g1 Tocantins, TV Anhanguera 03/03/2026 07h29 Atualizado 03/03/2026 De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma conta Globo gratuita. SIGA: Israel diz ter bombardeado sede do Conselho de Segurança do Irã Trump admite falta de 'armamento de ponta' e fala em 'guerra para sempre' O ASSUNTO: a guerra no Oriente Médio e o futuro do regime iraniano Escalada nuclear pode ser fatal para a humanidade, diz especialista Flamengo demite técnico Filipe Luís após golear Madureira por 8 a 0 Peritos encontram marcas de sangue em box de banheiro de PM morta Descoberta pode mudar os rumos da investigação. Seu carro bebe muito? Veja o consumo de todos os veículos zero km Brasil NÃO vendeu urânio ao Irã; mensagens falsas voltam a circular
Fonte: G1 - Tocantins

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