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Policiais alvos da operação que prendeu Canella compravam postos de combustíveis, paravam de pagar e ameaçavam vendedores, diz PF
Reprodução
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (15) o deputado eleito Márcio Canella e o delegado Marcus Amim na oitava fase da Operação Unha e Carne. A investigação aponta que policiais compravam postos de combustíveis de forma parcelada, suspendiam os pagamentos e ameaçavam os antigos proprietários para manter os comércios. O grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 7,6 bilhões.
Por que isso importa?
A investigação aponta que policiais compravam postos de combustíveis de forma parcelada, suspendiam os pagamentos e ameaçavam os antigos proprietários para manter os comércios.
Contexto Rápido
- A investigação aponta que policiais compravam postos de combustíveis de forma parcelada, suspendiam os pagamentos e ameaçavam os antigos proprietários para manter os comércios.
- A PF apura lavagem de dinheiro, corrupção e formação de cartel no setor.
- Na oitava fase da operação, deflagrada nesta quinta-feira (15), foram expedidos seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão.
Dados de contexto baseados em estatísticas públicas
e levantamentos históricos.
Fonte:
G1 - Rio de Janeiro
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