Menu
Navegação
© 2025 Resumo Instantâneo
Regional

Pai de menino autista é indiciado por matança qualificada e busca avaliação de insanidade

O pai de Davi Piazza Pinto, um menino autista de 11 anos, foi indiciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver após matar e enterrar o filho em um saco plástico em janeiro de 2026, em João Pessoa, na Paraíba.

Pai de menino autista é indiciado por matança qualificada e busca avaliação de insanidade Reprodução

O pai de Davi Piazza Pinto, um menino autista de 11 anos, foi indiciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver após matar e enterrar o filho em um saco plástico em janeiro de 2026, em João Pessoa, na Paraíba.

Segundo o crime, o pai matou o filho por não poder pagar a pensão alimentícia. Pinto alegou isso durante depoimento à Polícia Civil, em Florianópolis, Santa Catarina, onde foi detido.

Após o crime, Pinto enterrou o corpo no Cemitério do Cristo Redentor, em João Pessoa, e usou um carro de aplicativo para levar o corpo para essa localização. As imagens de câmeras de segurança confirmaram o envolvimento do suspeito.

A juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão determinou que o Ministério Público da Paraíba se manifestasse sobre o pedido de avaliação de insanidade mental do réu, após uma manifestação do MPPB.

A criança, que era autista, morreu por asfixia por sufocação, segundo o Instituto Médico Legal. O crime ocorreu em janeiro de 2026, e a defesa do réu ainda não foi localizada.

Por que isso importa?

O caso de Davi Piazza Pinto destaca um contexto de violência doméstica e negócios de pensões alimentícias, que têm se tornado tema de inquéritos e investigações criminais em várias cidades, influenciando diretamente a legislação e as demandas judiciais relacionadas ao tema.

Contexto Rápido

  • Em janeiro de 2026, Davi Piazza Pinto foi indiciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver em João Pessoa.
  • O crime ocorreu no bairro Oceania, e o filho foi morto por asfixia dentro de um saco plástico.
  • O pai foi preso em Florianópolis por funcionários de aplicativo e posteriormente localizado em João Pessoa.
Dados de contexto baseados em estatísticas públicas e levantamentos históricos.
Fonte: G1 - Paraíba

Comentários (0)

Entre para comentar nesta notícia. Entrar com Google

Seja o primeiro a comentar.

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores.


Voltar