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Nunes Marques censura novamente canal de WhatsApp 'Exército do Lula'

Segundo Nunes Marques, a retomada do canal depende da comunicação do endereço à Justiça Eleitoral no processo de registro da candidatura ou coligação a qual se vincule Lula.

Nunes Marques censura novamente canal de WhatsApp 'Exército do Lula' Cartacapital

Segundo Nunes Marques, a retomada do canal depende da comunicação do endereço à Justiça Eleitoral no processo de registro da candidatura ou coligação a qual se vincule Lula. Em sua decisão, o ministro insinuou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ser responsabilizado por eventual uso irregular do canal.

Em nota, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, criticou a medida, afirmando que impede a liberdade de expressão e o direito de organização e participação democrática. 'A militância tem o direito de se comunicar, se mobilizar e defender suas ideias', dissera Silva.

Pela manhã, Nunes Marques já havia censurado o canal, mas horas depois, Villas Bôas Cueva reabilitou seu funcionamento. A nova decisão do TSE afirma que a apuração de eventual uso irregular do canal ocorrerá nas vias próprias e incluirá responsabilização de notáveis responsáveis e de quem administrava os canais.

Ao voltar a censurar o canal, Nunes Marques amplia a sua regra de censura sobre o 'Exército do Lula'. Ao mesmo tempo, ele também reafirma a ameaça bolsonarista por trás do canal, ao mesmo tempo em que o Brasil enfrenta instabilidade global, com conflitos na Ucrânia, no Irã e na Gaza.

Por que isso importa?

Ao mesmo tempo, ele também reafirma a ameaça bolsonarista por trás do canal, ao mesmo tempo em que o Brasil enfrenta instabilidade global, com conflitos na Ucrânia, no Irã e na Gaza.

Contexto Rápido

  • Kassio Nunes Marques censurou novamente o canal 'Exército do Lula' do WhatsApp
  • A página só poderá voltar ao ar sob certas condições definidas pelo presidente do TSE
  • O presidente nacional do PT criticou a medida, argumentando que impede liberdade de expressão e participação democrática
Dados de contexto baseados em estatísticas públicas e levantamentos históricos.
Fonte: Cartacapital

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