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Navio afundado do Irã já atracou no Brasil e gerou tensão com os EUA

Navio afundado do Irã já atracou no Brasil e gerou tensão com os EUA UOL
O navio de guerra iraniano que foi atingido pelos Estados Unidos ontem foi motivo de tensão entre Washington e Brasília em fevereiro de 2023 por ter ficado ancorado no Rio de Janeiro. A fragata Iris Dena ficou ancorada no porto do Rio de Janeiro por alguns dias em fevereiro de 2023. Na ocasião, outra embarcação militar iraniana, o porta-helicópteros Iris Makran, também ficou atracada no local, mesmo após pressão e críticas dos Estados Unidos e de Israel. Na ocasião, o governo norte-americano considerou a presença como uma "provocação". Embarcação carregava armas. Pertencentes à Marinha da República Islâmica do Irã desde 2021, elas estavam equipadas com mísseis de cruzeiro antinavio, torpedos e canhões navais, segundo informou a agência de notícias Iran Press. Objetivo era "dar volta ao mundo". Mensagens de Vorcaro indicam vaidade do poder Suspensão de zagueiro misógino é apenas teatro Onde a crise se instalará no fim de semana? China envia mensagem com orçamento diplomático Apesar de autorizada, chegada de embarcações gerou tensão entre Brasil e EUA. Em uma coletiva de imprensa em 15 de fevereiro, a embaixadora dos EUA, Elizabeth Bagley, pediu ao Brasil que não permitisse que os navios atracassem. Segundo os EUA, os navios teriam facilitado "comércio ilegal" e "atividades terroristas". "O Brasil é uma nação soberana, mas acreditamos firmemente que esses navios não devem atracar em lugar nenhum", disse na época Elizabeth Bagley, embaixadora dos EUA. Mesmo com o apelo, chegada de embarcação foi autorizada. O consentimento foi dado pelo vice-almirante Carlos Eduardo Horta Arentz, vice-chefe do Estado-Maior da Armada, contrariando o pedido dos Estados Unidos, após o encontro do presidente Lula com Joe Biden. "Por oportuno, no que diz respeito ao desembarque da tripulação e convívio social, esses estarão sujeitos às normas sanitárias locais vigentes em conformidade com as condições epidemiológicas na ocasião da visita", disse o vice-almirante, na decisão publicada no Diário Oficial. A diplomacia com o Irã e Brasil motivou navios serem atracados. Na época, deputados federais pediram ao Ministério das Relações exteriores explicações sobre a autorização. Em maio, Maria Laura da Rocha, Ministra substituta, assinou um ofício informando que os navios teriam visitado o Brasil "em caráter oficial, no contexto de celebração dos 120 anos de relações diplomáticas ininterruptas e amistosas entre os dois países". O ofício ainda informou que foi protocolado o pedido da baixada do Irã em Brasília para os navios serem atracados, enquanto nenhum representante dos Estados Unidos protocolou qualquer documento que contivesse motivos para negar a atracação das embarcações. A passagem será considerada inocente desde que não sela prejudicial à paz, à boa ordem ou à segurança do Brasil. No caso específico das embarcações iranianas, após análise e seguidos os procedimentos da legislação brasileira, não foram encontrados óbices à visita das embarcações. (...) Ademais, as sanções e restrições do Conselho de Segurança contra o Irã ainda em vigor não abrangem os respectivos navios. Por sua vez, as sanções unilaterais impostas pelos Estados Unidos, por não terem amparo multilateral, não geram obrigações ao Brasil. Trecho do documento de 2023 EUA disse que afundou submarino por um torpedo ontem. "Um submarino americano afundou um navio de guerra iraniano que pensava estar seguro em águas internacionais. Em vez disso, foi afundado por um torpedo", disse em uma coletiva de imprensa em Washington. Ele observou que o navio iraniano foi o primeiro afundado por um torpedo americano desde a Segunda Guerra Mundial. Navio tinha 180 tripulantes quando emitiu sinal de socorro. Cerca de 32 tripulantes ficaram feridos, foram socorridos pela Marinha do Sri Lanka e encaminhados a um hospital. Outros 61 marinheiros ainda são considerados desaparecidas na área onde o navio afundou. 87 pessoas morreram. As autoridades do Sri Lanka anunciaram que os corpos de 87 marinheiros iranianos foram recuperados e que as buscas continuavam. Horas depois do ataque, os EUA reivindicaram a autoria. O anúncio foi feito pelo secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, durante coletiva de imprensa. Segundo ele, o país usou um submarino para bombardear o navio iraniano. *Com informações da Reuters, RFI e AFP O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. Este não é o navio que logo após partir, descobrimos ter sumido urânio?? Até hj não se sabe onde este urânio esta??? Vergonha para o Brasil se aliar a um pais que apoia ter _ rror- histas. Um navio de guerra aporta no Brasil e esconde información. Agora é afundado pelos USA... é a velha máxima... diga com quem andas e direi quem és... esse é o nosso atual governo alinhado ao eixo do mal da história da humana. O Uol está precisando urgente de um revisor, eita texto mal escrito. MDB Mulher repudia filiação de Dado Dolabella ao partido: 'Revolta' Duas apostas da BA e SP acertam Lotofácil e levam cada mais de R$ 829 mil Bap diz que tentou correção e não via futuro vencedor com Filipe Luís EUA atacam navio porta-drones do Irã em meio à tensão no Oriente Médio Yudi Tamashiro volta ao Brasil e dá detalhes de viagem em aeronave luxuosa
Fonte: UOL

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