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Política

Moraes arquiva apuração contra irmã de 'kid preto' e libera visitas

Moraes arquiva apuração contra irmã de 'kid preto' e libera visitas Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou o arquivamento da investigação contra Dhebora Azevedo, irmã do tenente-coronel Rodrigo Bezerra, que tentou entrar em um batalhão com aparelhos eletrônicos em uma caixa de panetone. Na mesma decisão, Moraes autorizou que Dhebora retome as visitas ao irmão, desde que respeite as regras do Batalhão da Polícia do Exército de Brasília, onde ele está detido. O irmão dela, Rodrigo Bezerra, é um "kid preto" — jargão usado para militares do Comando de Operações Especiais do Exército — e foi preso por suposta participação na trama golpista que visava impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A investigação contra Dhebora começou em janeiro de 2025, depois que ela foi flagrada pelo detector de metais ao tentar visitar o irmão. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento da investigação contra Dhebora Azevedo, irmã do tenente-coronel Rodrigo Bezerra, que tentou entrar em um batalhão com aparelhos eletrônicos em uma caixa de panetone. 🔎 O irmão dela, Rodrigo Bezerra, é um "kid preto" — jargão usado para militares do Comando de Operações Especiais do Exército — e foi preso por suposta participação na trama golpista que visava impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dentro de uma caixa de panetone, agentes encontraram um fone de ouvido, um cabo USB e um cartão de memória. Em depoimento à Polícia Federal na época, ela afirmou que a ideia partiu dela, para que o irmão pudesse ouvir música enquanto treinava na prisão. 🎧 Dhebora disse que gravou 57 faixas de músicas gospel, forró e nacionais e que sua única intenção era levar "alento e conforto" para o irmão. Após o episódio, o STF determinou a abertura de uma apuração e suspendeu as visitas dela ao militar. Agora, com a decisão de Moraes, tanto a investigação quanto a suspensão das visitas foram encerradas. Para arquivar o caso, o ministro acolheu o argumento da defesa e da Procuradoria-Geral da República (PGR) baseado no princípio da insignificância. Esse princípio estabelece que o Direito Penal deve ser usado como último recurso, apenas para condutas que causem um dano relevante à sociedade. Segundo a decisão, a tentativa de entrar com um aparelho de música, embora irregular, foi uma ofensa "mínima" e "desprovida de significativa reprovabilidade social", não justificando uma ação penal. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Equipamentos estavam em uma caixa de panetone e foram identificados por detector de metal — Foto: Reprodução Apresentação do Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro durante visita do presidente Jair Bolsonaro — Foto: Isac Nóbrega/PR Por Redação, g1 — Brasília 06/03/2026 12h44 Atualizado 06/03/2026 De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma conta Globo gratuita. Vorcaro trocou mensagens com Moraes no dia em que foi preso pela 1ª vez, diz jornal Mensagens e temor de delação: o STF de volta ao epicentro da crise ANÁLISE: os recados que mostram que os EUA não têm plano para o Irã Rússia ajudou Irã a localizar alvos dos EUA atacados, diz jornal Fantástico traz novas denúncias contra estudantes presos por estupro no Rio Eduardo Leite oficializa pré-candidatura à Presidência pelo PSD GAC GS3: SUV 'esconde' origem para disputar mercado de carros a combustão EMS acerta compra da Medley, marca de remédios genéricos da Sanofi
Fonte: G1 Política

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