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Estudo prevê queda de 12,5% na receita do setor de serviços em janeiro de 2027

O Índice de Desempenho do Varejo de Serviços, elaborado pelo IBEVAR em parceria com a FIA Business School, prevê uma queda de 12,5% na receita real do setor de serviços em janeiro de 2027, devido à sazonalidade e à menor quantidade de dias úteis no mês.

Estudo prevê queda de 12,5% na receita do setor de serviços em janeiro de 2027 Reprodução

O Índice de Desempenho do Varejo de Serviços, elaborado pelo IBEVAR em parceria com a FIA Business School, prevê uma queda de 12,5% na receita real do setor de serviços em janeiro de 2027, devido à sazonalidade e à menor quantidade de dias úteis no mês.

Novembro, por sua vez, deve registrar estabilidade, com uma projeção de alta de 0,35%, dentro do intervalo de confiança que vai de -2,20% a 2,87%. Segundo o estudo, a variação do número de dias úteis e as menções no Google Trends explicam quase toda a variação da receita real, com cada dia útil a mais elevando-a em cerca de 0,6%.

Em dezembro de 2026, prevê-se uma recuperação, com uma variação entre 5,75% e 10,65%, enquanto janeiro de 2027 deve registrar uma queda de 12,5%, refletindo a sazonalidade e a menor quantidade de dias úteis.

Segundo o estudo, os setores intermediação financeira e seguros respondem por 24% do mercado de serviços. As menções no Google Trends têm efeito positivo, mas de menor magnitude, e são classificadas como efeito pequeno e frágil.

Os especialistas recomendam que a projeção não seja lida como uma aceleração e que as empresas trabalhem com cenários, considerando a ampla faixa de 95% para previsões incertas.

Por que isso importa?

Os especialistas recomendam que a projeção não seja lida como uma aceleração e que as empresas trabalhem com cenários, considerando a ampla faixa de 95% para previsões incertas.

Contexto Rápido

  • As projeções constam da primeira edição do Índice de Desempenho do Varejo de Serviços, elaborado pelo IBEVAR em parceria com a FIA Business School.
  • Para novembro, a estimativa é de alta de 0,35%, com intervalo de confiança de 95% entre -2,20% e 2,87%.
  • Já para janeiro, o intervalo estimado vai de -15,03% a -10,03%.
Dados de contexto baseados em estatísticas públicas e levantamentos históricos.
Fonte: Times Brasil / CNBC Negócios

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