Douglas Ruas anuncia prioridades para seu governo
Douglas Ruas, governador eleito do Rio de Janeiro, anunciou suas prioridades durante sua primeira entrevista após ser declarado eleito no primeiro turno.
G1
Douglas Ruas, governador eleito do Rio de Janeiro, anunciou suas prioridades durante sua primeira entrevista após ser declarado eleito no primeiro turno. Entre essas prioridades, a segurança pública ocupará o topo do seu governo, com a promessa de convocar aprovados em concursos dos órgãos de segurança.
Além disso, Ruas anunciou planos para ampliar a oferta de escolas cívico-militares e qualificação profissional, bem como apresentar um plano para retomar territórios dominados pelo crime organizado ao Supremo Tribunal Federal. Ele também prometeu implementar ações sociais nas comunidades e oferecer aulas de qualificação profissional aos alunos do ensino médio.
Em sua área da educação, Ruas planeja aumentar de 17 para 200 o número de escolas cívico-militares no estado nos próximos quatro anos. Somado a isso, o governador eleito defendeu a criação de centros integrados de saúde regionais, aproveitando estruturas já existentes.
O governador também defendeu a criação de um teto de gastos para limitar o crescimento das despesas dos poderes estaduais ao aumento da arrecadação. Ruas garantiu que a equipe de seu governo será formada por profissionais com perfil técnico.
Em contrapartida, Ruas criticou a forma como as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foram implementadas no Rio. Ele acredita que a expansão acelerada do programa comprometeu a segurança nas comunidades e provocou a migração de criminosos para outros municípios.
Por que isso importa?
Contexto Rápido
- ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Ruas disse ainda que pretende intensificar as ações de segurança para garantir a circulação da população pelas ruas do estado.
- “Desde o início, eu sempre falei que a minha prioridade é a segurança pública.
- Na área da educação, Douglas Ruas prometeu ampliar de 17 para 200 o número de escolas cívico-militares no estado nos próximos quatro anos.
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