Policiais militares de folga alegam roubo de bolsa, mas defesa aponta homofobia
A equipe de policiais militares de folga em Porto Alegre abordou Nicolas Scherer, um homem de 35 anos, e seu namorado em um momento suspeito de assalto, segundo uma pedestre que alertou sobre um possível roubo de bolsa.
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A equipe de policiais militares de folga em Porto Alegre abordou Nicolas Scherer, um homem de 35 anos, e seu namorado em um momento suspeito de assalto, segundo uma pedestre que alertou sobre um possível roubo de bolsa.
Nicolas e seu par foram imobilizados após a alegada abordagem, com a Polícia Militar encontrando uma bolsa no local. A defesa de Nicolas, porém, aponta claramente para a motivação homofóbica no caso. A bolsa pertencia a Nicolas e não foi usada como suporte para acusar a vítima.
A ocorrência levou à instauração de uma investigação na Delegacia de Combate à Intolerância, que identificou a falta de fundamento na atribuição de crimes. Nicolas Scherer relatou lesões corporais e uma fratura no pé após a abordagem.
O advogado Mateus Oyarzabal registrou ocorrência por homofobia e explicou que a investigação especializada visa profunda análise sobre eventuais práticas discriminatórias. A defesa critica a inicial condução policial e o tratamento dado à situação.
Nicolas Scherer afirma que está afastado do trabalho devido à lesão e precisará de cirurgia para a fratura do pé sofrida durante o incidente. O caso ganhou ainda mais destaque após a investigação conduzida pela Delegacia de Combate à Intolerância.
Por que isso importa?
Contexto Rápido
- Homofobia é tema em ocorrência de abordagem policial em Porto Alegre
- Nicolas Scherer foi abordado após suspeita de roubo de bolsa
- Ingressou-se em investigação pela intolerância para investigar possíveis práticas discriminatórias
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