Argentina: recuperação econômica Incipiente e desafios Persistentes
A desaceleração da inflação foi acompanhada por um aumento na pobreza. A taxa de desemprego subiu, atingindo 7,9% no segundo trimestre deste ano.
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A desaceleração da inflação foi acompanhada por um aumento na pobreza. A taxa de desemprego subiu, atingindo 7,9% no segundo trimestre deste ano. A desigualdade de crescimento é notada, com atividades de exportação liderando. A redução de empregadores registrados entre novembro de 2023 e julho de 2026 mostra a instabilidade do mercado de trabalho.
A pobreza e a alta do desemprego indicam que a recuperação econômica é incipiente e sujeita a mudanças. Os indicadores, porém, revelam um quadro mais complexo: a economia argentina voltou a crescer e a inflação desacelerou, mas a pobreza e o desemprego aumentaram, enquanto o consumo interno e setores importantes para a geração de empregos enfrentam dificuldades.
Os números de setores exportadores, como a pesca e a mineração, sugerem uma recuperação, enquanto a indústria de transformação recuou 1,7% e o comércio varejista caiu 0,3%. O governo de Javier Milei, que implementou medidas de redução de impostos e austeridade, já vê inflação de 1,7% em agosto, com um forte ajuste fiscal.
Ao mesmo tempo, o mercado de trabalho mostra os limites da recuperação. A taxa de desemprego chegou a 7,9% no segundo trimestre de 2026, ante 7,6% no mesmo período de 2025. A informalidade também pressiona os trabalhadores, já que quase metade da população economicamente ativa está sem vínculo formal de emprego.
Por que isso importa?
Contexto Rápido
- Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre adotar o modelo de Javier Milei no Brasil.
- Setores exportadores lideraram a alta, enquanto a indústria manufatureira recuou 2,1% no período.
- O índice acumulado caiu para cerca de 30% nos primeiros dois anos de gestão de Milei.
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